"Se o verbo "amar" é intransitivo, se é transitivo direto ou indireto, isso é o que menos interessa... o que mais interessa é que o sujeito que o comanda, está sujeito a ser sujeito ao predicado pelo resto de sua vida... E, quando isso acontece, as reticências do sofrer entram desesperadamente em ação!"
(Sara Guimarães de Oliveira)
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