"O pronome possessivo é a partícula gramatical que mais aflige o nosso coração: como é duro querer o "meu", mas saber que isso está tão distante... E quando as cortinas se fecham definitivamente, só sobra um palco com verbos pretéritos infinitivamente... Quero aprender na cartilha da vida a compreender que nem sempre temos posses do amor que corrói... É preciso me conformar com o adeus do 'meu' que jamais tive posse...".
(Sara Guimarães de Oliveira)
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